A cantora Nicki Minaj vai usar sua visibilidade internacional para dar voz a uma questão que considera negligenciada pela comunidade global: a perseguição de cristãos na Nigéria. Em um discurso programado nas Nações Unidas, e com apoio da Casa Branca, a artista pretende alertar para os altos índices de violência contra comunidades cristãs no país.
A iniciativa foi articulada por Alex Bruesewitz, conselheiro de Donald Trump, e organizada em parceria com o embaixador americano na ONU, Michael Waltz. Segundo Waltz, Minaj é “não apenas talvez a maior artista feminina de gravação, mas também uma pessoa de princípios que se recusa a permanecer em silêncio diante da injustiça”.
A rapper agradeceu pela oportunidade e afirmou sentir “o peso e a importância do momento”. Ela também convocou seus fãs, os Barbz, a se unirem na luta contra o que chamou de “atrocidades” cometidas contra cristãos, reforçando que seu posicionamento está alinhado com sua fé.
A fala de Minaj ocorre em meio a uma crescente tensão diplomática: Trump tem pressionado para que a Nigéria seja classificada como “país de preocupação particular” por violações à liberdade religiosa, acusando grupos extremistas de promoverem ataques contra cristãos. Minaj elogiou o movimento, declarando que “ninguém deve ser perseguido por praticar sua religião” e pedindo orações pelas vítimas.
Relatórios citados apontam milhares de cristãos assassinados e sequestrados na Nigéria somente neste ano, destacando a gravidade da crise humanitária.
Via: The Guardian / Missão Portas Abertas
